Certamente quem leu o título está curioso para saber a quem estamos nos referindo.
Aprendi que há trabalhadores intelectuais e braçais, dentre os primeiros devido a formação exigida e o trabalho realizado, enquadra-se a classe de professores.
Mas o que vivenciamos e presenciamos atualmente é um período de transição, de retrocesso do INTELECTUAL A BÓIA-FRIA, no sentido literal da palavra, pois exatamente neste momento as 13h30min, ainda não almocei. Pois antes éramos chamados de professores taxistas (sempre fazendo corridas de uma para outra escola) como se não bastasse, hoje podemos ser chamados de "professor bóia-fria", pois enquanto outros trabalhadores têm em média duas horas para almoço, como por exemplo, um pedreiro, a maioria dos colegas professores são submetidos a uma jornada de trabalho de 7:10 às 12:30; 12:50 as 18; 18:10 a 22:10. Portanto, ou levanta-se de madrugada e prepara o almoço e já leva consigo sua marmita para engolir no intervalo de 20 minutos, ou faz qualquer lanche. Outras categorias governamentais e não governamentais, têm direito ou ao bandejão no próprio local de trabalho, ou ao ticket refeição e a nós professores, resta a bóia-fria.
Neste mesmo cenário ou contexto, falta funcionários e o stress causado pela sobrecarga de trabalho, afeta o desempenho e a saúde dos que estão chegando inclusive, a passar mal no próprio local de trabalho. Algumas escolas, sequer porteiro têm. Os laboratórios de informática, quando existem, é só demonstração, pois não funcionam, não têm manutenção, nem pessoal responsável pelo uso.
A educação, no discurso, é sempre prioridade absoluta dos governos atuais e dos que já não estão.
Há anos sonhamos com o piso profissional, mas até agora somos apenas pisados na profissão.
Não suportamos mais a ingerência do Estado brasileiro, tão burocrático e inoperante. Não somos nós que dizemos, são os dados oficiais (SAEB, IDEB, PROVA BRASIL, PISA) e a realidade que mostra muito mais.
Aprendi que há trabalhadores intelectuais e braçais, dentre os primeiros devido a formação exigida e o trabalho realizado, enquadra-se a classe de professores.
Mas o que vivenciamos e presenciamos atualmente é um período de transição, de retrocesso do INTELECTUAL A BÓIA-FRIA, no sentido literal da palavra, pois exatamente neste momento as 13h30min, ainda não almocei. Pois antes éramos chamados de professores taxistas (sempre fazendo corridas de uma para outra escola) como se não bastasse, hoje podemos ser chamados de "professor bóia-fria", pois enquanto outros trabalhadores têm em média duas horas para almoço, como por exemplo, um pedreiro, a maioria dos colegas professores são submetidos a uma jornada de trabalho de 7:10 às 12:30; 12:50 as 18; 18:10 a 22:10. Portanto, ou levanta-se de madrugada e prepara o almoço e já leva consigo sua marmita para engolir no intervalo de 20 minutos, ou faz qualquer lanche. Outras categorias governamentais e não governamentais, têm direito ou ao bandejão no próprio local de trabalho, ou ao ticket refeição e a nós professores, resta a bóia-fria.
Neste mesmo cenário ou contexto, falta funcionários e o stress causado pela sobrecarga de trabalho, afeta o desempenho e a saúde dos que estão chegando inclusive, a passar mal no próprio local de trabalho. Algumas escolas, sequer porteiro têm. Os laboratórios de informática, quando existem, é só demonstração, pois não funcionam, não têm manutenção, nem pessoal responsável pelo uso.
A educação, no discurso, é sempre prioridade absoluta dos governos atuais e dos que já não estão.
Há anos sonhamos com o piso profissional, mas até agora somos apenas pisados na profissão.
Não suportamos mais a ingerência do Estado brasileiro, tão burocrático e inoperante. Não somos nós que dizemos, são os dados oficiais (SAEB, IDEB, PROVA BRASIL, PISA) e a realidade que mostra muito mais.
